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quinta-feira, 5 de junho de 2014

A importância de observar a vida alheia


Luana Santos

Converter desejos em demanda. Essa missão de Marketing anunciada por Peter Drucker parece simples: descobrir o que as pessoas querem e oferecer isso a elas. Entretanto, identificar esses desejos antes mesmo que as pessoas o façam é uma tarefa árdua, mas cada vez mais necessária para aqueles que buscam a inovação. 

O Design Thinking nos ensina que o ser humano precisa voltar ao centro da história, precisamos colocar as pessoas em primeiro lugar para fazer essas identificações.

Segundo Henry Ford, se ele perguntasse aos seus clientes o que eles queriam, a resposta seria: “um cavalo mais rápido”. Por isso que as pesquisas de Marketing que questionam o que as pessoas querem raramente rendem bons insights. Portanto, são pouco úteis para criação de ideias revolucionárias porque normalmente não revelam os desejos não expressos. Precisamos ajudar as pessoas a articular os seus desejos latentes, os quais, muitas vezes, nem elas mesmas sabem que têm.

Para o Design Thinking, o ponto de partida é sair pelo mundo e observar as pessoas em suas verdadeiras experiências: no transporte público, no restaurante, no bicicletário, no brechó, nos hospitais, nas manifestações públicas etc. Nosso público-alvo raramente nos dirá o que fazer, mas o comportamento deles nos renderão insights preciosos sobre seus desejos não atendidos. Observar o corriqueiro pode nos dizer muito. Mas para isso precisamos olhar com curiosidade, fazer perguntas e praticar esse exercício diariamente – de preferência com um Moleskine ou o Evernote na mão! Como diria Wittgenstein: “Não pense. Olhe”. 


terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

What Chinese citizens are concerned about

Consumption of bottled drinking water in China has grown 16% a year for the past five years, reaching $13 billion in 2013. Undoubtedly, the rising concern of water pollution has been the major contributor to this. Of Chinese consumers' main concerns, air and water pollution had the most significant change over the period in the number who think they are a big problem, rising 11% and 7% respectively.


Via: http://www.mckinseychina.com/

domingo, 12 de janeiro de 2014

Como dar vida a uma estratégia inovadora?

A pergunta é difícil, mas vamos tentar fazer alguns questionamentos que suscitam, no mínimo, reflexões importantes sobre o tema.

Quanto mais eficiente você é, mais difícil mudar as suas decisões diárias? Você tem uma excelente e ousada estratégia em mente, mas tem dificuldade em mudar o cotidiano para conseguir executá-la? O problema está nos processos. 

Não é possível mudar a estratégia sem mudar os processos e, consequentemente, as atividades do dia-a-dia. Os principais desafios são as mudanças que alteram algumas regras ou precedentes orientadores das decisões diárias. O marketing dirá que o discurso do produto atual não está de acordo com a nova estratégia, a TI vai defender que sempre usou outro tipo de software para relacionamento com os clientes, o jurídico irá dizer que tem um procedimento padrão há anos, que funciona. Então por que mudar agora?

Nesse momento você percebe que o status quo é preponderante. As demais áreas da empresa, seus processos e diretrizes cortam a visão estratégica e inovadora. No fim das contas, o mais difícil não é ter a grande ideia. Normalmente as empresas sabem exatamente o que elas precisam fazer para se tornarem mais competitivas, mas não têm coragem e flexibilidade para tomar as decisões e as medidas necessárias para chegarem lá. São os passos habituais desviam o caminho da inovação. 

Scott Belsky, co-fundador da Benhance, nos dá algumas dicas bem legais para conseguirmos dar vida a estratégias mais ousadas:

- Elimine a tendência ao “conhecido”. Foque nas ações sem precedentes.

- Não deixe que os possíveis empecilhos do status quo preponderante atrapalhe os seus planos. Um boa estratégia só pode ser substituída por uma estratégia melhor.  

- Pergunte-se todos os dias - Por que eu estou buscando esta mudança? Quais as consequências de não executá-la?

Não esqueça: para obter resultados diferentes, faça algo diferente.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Reseach Design in the Public Sector



While those who work in design consider research a valuable tool, explaining “design research” to those outside the industry can be difficult. It is crucial to understand the difference between market research and design research. Here is an article that worth reading. 
In this article, Panthea Lee describes how the collection of data about user needs is just the first phase of  design research process — assessing and transforming the data is just as crucial. 
The author also proposes five discrete analysis steps:
  • Process the data into useful formats.
  • Make sense of the data.
  • Distill data into insights.
  • Test insights against existing knowledge.
  • Translate insights into actionable formats
She concludes with an emphatic plea for the use of design research in the public sector: 

“0ur hope is that more formalized methods for gathering, using, and processing information — both new and existing — will help public institutions better serve their constituencies and communities.”

Ethos Iintelligence believes in that. 

info@ethosintelligence.com

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Big Data e Comunicação Inteligente


O volume e a variedade de dados estão aumentando a uma velocidade impressionante. Segundo estudo realizado pelo McKinsey Global Institute em maio de 2011, o crescimento do volume de dados produzidos em todo o mundo crescerá anualmente mais de 40% entre 2011 e 2020. Hoje produzimos mais informações a cada dois dias do que criamos desde o início da civilização até 2003.

Para as equipes de marketing o grande desafio é conseguir navegar neste oceano digital, gerenciar mais dados, entrar em contato com clientes e, ao mesmo tempo, aproveitar a grande oportunidade de obter informações valiosas para compreender o comportamento de prospects cada vez mais exigentes.

Com as diversas possibilidades na rede, é fundamental criar estratégias de comunicação efetivas para incentivar o engajamento com a marca, e consequentemente, a fidelidade dos clientes. Para agregar valor aos prospects, as equipes de marketing devem usar o conhecimento sobre seus clientes e mercado. Para isso, podem utilizar técnicas de pesquisa qualitativa e tecnologias tipo SaaS de coleta e análise de dados. Todas as interações, tanto online quanto offline, da organização com seus clientes e propects representam um oportunidade de coleta de informações relevantes, que propiciam uma visão diferenciada para tomadas de decisão de marketing e comunicação. O objetivo é converter prospects em clientes, clientes comuns em leais e engajá-los para tornarem-se embaixadores da marca.

Para os profissionais de marketing, Big Data é uma fonte de conhecimento preciosa sobre os clientes e prospects. Revela-se como uma grande oportunidade para as empresas inovadoras que buscam impulsionar as receitas e a fidelidade à marca.

 É isso que a Ethos entende como Comunicação Inteligente