Mostrando postagens com marcador Open Data. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Open Data. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Open data matters

Open data is data that can be freely used, built-on and shared by anyone. 

Open can be applied to information from any source. Any person is able to make  their data public under an open licence for free use - by and benefit to the public. Not only government and public sector bodies are releasing public information such as budgets or maps. ANY organisation can open information. Corporations, universities, NGOs, startups, charities, etc. 

The explanation of what open means applies to all kind of information sources and types. Open may also apply both to data – big data and small data – or to content, like images, text and music.  Web crawl data can be used to spot trends and identify patterns in economics, health, politics, popular culture and many other aspects of life. 

Governance

Open data is an important tool for effective public mangement in the 21st century. It is a tool upholding the values of transparency, participation, and collaboration in tangible ways that benefit the people.

Important values that can built up from open data sources. And important elements for a better performance management, either for public and private sector.

Transparency. Government and enterprises should provide citizens (or stakeholders) with information about what they are doing. So that people can be held accountable.

Participation. Government and private companies should actively solicit expertise from outside. 

Collaboration. Executives, government and third sector should work together with one another and with people as part of doing their job of solving problems.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Mibile and public management innovation

91% of Americans own a smartphone. These people are accessing information, in some cases all of their information, from a mobile device. As Robert Knapp, COO of Nic, notes, they are "no longer 'nice to have' or novelty items, mobile devices are well on their way to becoming the primary means of accessing the Internet." This isn't necessarily anything new as we've been hearing the last few years about the necessity of a "mobile first" approach. As Knapp points out in his recent article in Federal Times, many states are already doing this. With tight budgets and limited resources, they are looking for innovative solutions to get more information to their constituents while reducing costs and increasing efficiencies. For many, going mobile is the answer.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

OpenGov já chegou na sua cidade?

Seja você um entusiasta do governo aberto (conhecido pelo termo OpenGov, abreviação para Open Government), como nós da Ethos, seja você um sujeito ainda não familiarizado com esta modalidade de políticas baseada em dados abertos, inevitavelmente você estará sujeito a esta tendência.  No mundo todo as iniciativas de OpenGov estão ganhando espaço, mesmo em países pouco conhecidos pelos seus métodos participativos de tomada de decisão, como a China.


Podemos definir as iniciativas de OpenGov como a construção de canais (redes) de colaboração da sociedade na administração pública. Por meio delas, estabelece-se um modelo participativo de governança baseado na possibilidade de qualquer cidadão contribuir para a edificação de uma nova plataforma de governo mais aberta e transparente, que atende às demandas sociais. OpenGov está no cerne da noção de redistribuição de poder.

Usarei aqui alguns exemplos destas iniciativas nos Estados Unidos para esclarecer um pouco o assunto. Embora o Ato de Liberdade da Informação (Freedom of Information Act) tenha sido lançado em 1966, as políticas americanas baseadas em dados abertos (Open Data) só começaram a sair do papel nos últimos 7 anos (desde 2006 aproximadamente). Na vanguarda deste período estão Chicago, Filadélfia, Nova Iorque e São Francisco. Mas ainda assim Open Data nem sempre está no centro das discussões políticas por aqui (aos desavisados, digo “aqui” porque escrevo do sexto andar da SIPA, escolar de Relações Internacionais da Universidade de Columbia em Nova Iorque).  Mas a indiferença a esta oportunidade de participação cidadã na formulação de políticas públicas está mudando.
Só em 2012, sete novas políticas de dados abertos foram implementadas em nível estadual e municipal nos EUA.  As tendências de jurisdição são promissoras também: cada vez mais a promulgação em cidades menores, como a South Bend, Indiana, bem como em estruturas governamentais maiores. Quatro novos estados foram adicionados à lista dos que usam dados abertos: Utah, New York, New Hampshire e Havaí. Além disso, o governo federal (e agências específicas) refinou seus objetivos e políticas de dados abertos. Muitas cidades reforçaram, em 2013, a divulgação de informação e priorizaram a criação de dados abertos.
Como exemplo concreto, citamos o site NYC Open Data que compila dados do governo e outras fontes para uso público: informações sobre transporte, consumo de energia, descrição sobre colégios e universidades, entre outras informações que são super úteis à população. Para conhecer clique aqui.
Outro exemplo é da fundação Sunlight, que lançou um mapa das cidades do país já emprega políticas de dados abertos. Para visualizá-lo clique aqui.
E no Brasil? A cidade onde você mora já emprega políticas baseadas em Open Data? Você tem ideias de como isso poderia ser feito? Conte pra nós.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013